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OSNY SILVA

OSNY SILVA, cujo nome completo era Osni Rufino da Silva Gomes, nasceu em São Paulo, Capital, 21.10.1919, filho único de um motorista e de uma governanta. Nas entrevistas, muito brincalhão, fantasiava sua biografia, afirmando que tinha nascido no Acre, sido garimpeiro, circense, estivador e marinheiro dos "sete mares". Deveras mais fascinante, sem dúvida. 
 
Fez o curso ginasial no Liceu Coração de Jesus, de São Paulo, e tomou parte no coral Canarinhos Liceanos. Aprendeu piano e violino com professora particular. Nessa ocasião, o pai aumentou sua idade em dois anos, a fim de que fosse logo prestar o serviço militar, como corretivo da vida irrequieta que levava. 
 
Começou no rádio, em 1939, como operador na Rádio Educadora Paulista. Aí tentou ser cantor. Submeteu-se a teste de calouros numa outra emissora, ao lado de um novato como ele, Nelson Gonçalves, mas ambos foram reprovados. Na própria Educadora, contudo, viria a substituir um cantor, numa emergência, e por ter agradado foi tendo mais oportunidades, embora sem receber sequer cachê por essa atividade extra. 
 
Em 1940, assinou contrato, com a Rádio Tupi de São Paulo, de 400 mil-réis por mês. Em 1943, o maestro Spártaco Rossi teve a idéia de regravar Alza Manolita (As Cartas Não Mentem Jamais), valsa de Léo Daniderff, que, nos anos 10, tinha uma versão muito conhecida de Eduardo das Neves. 
 
Foi ele o escolhido para gravá-la na Colúmbia, nesse mesmo ano, com um impressionante êxito nacional, traduzido por 80 mil cópias vendidas, muito mais que as regravações de Francisco Alves, também em 1943, e Vicente Celestino, em 1946, este com uma versão de sua própria autoria. Um disco de estréia como poucos, nem de longe repetido nos seus 3 discos seguintes, com 6 músicas, em 1944/45, na Continental, que havia sucedido a Colúmbia. 
 
Já casado, foi locutor em São Paulo e no Rio de Janeiro. Só voltaria a gravar em 1953, com o respaldo do Prêmio de Melhor Cantor de Música Popular Internacional de 1951. Tal se deu na Odeon com o disco Bandolins ao Luar/Violino Cigano, seguido de outros sucessos, Risque/João Valentão, Adeus Amor/Primavera no Rio, Catari! Catari!/Jura-me e muito mais. 
 
Recebeu, em 1953, o Prêmio Roquette-Pinto de Melhor Cantor e tinha por slogan A Mais Bela Voz do Rádio Paulista. Em breve estava excursionando por todo o interior de São Paulo e por várias partes do Brasil, pelas Emissoras Associadas. Apresentou-se no Chile e na Argentina, realizando gravações nesses países. Na Argentina, era anunciado La Voz Triunfal das Americas.  
 
Sempre mesclando versões com músicas brasileiras, ficaria na Odeon até 1961, quando reingressou, de 1962 a 1964, na Continental. Foi um recordista de vendagens, com sucessos constantes deste CD. - Jura-me, Funeral Dum Rei Nagô, Banzo, Violino Cigano, Cavaleiro Errante, Bandolins ao Luar e outros - estando também no rol das preferidas do público Olhos Negros, Navio Negreiro, O Trovador de Toledo e uma infinidade de músicas. 
 
Ao todo, em discos de 78 rotações, no Brasil, fez cerca de 41 discos com 78 músicas. Concomitantemente, os Lps. Osni Silva Canta Melodias Famosas, Canta América, Pisando Corações (Odeon), Minha Canção de Amor (Continental) e outros. 
 
No selo azul internacional da Odeon, em 1954, gravou aquele que foi considerado um dos melhores discos do ano, cujas 2 músicas estão neste CD.: Funeral Dum Rei Nagô/Barzô. Em 1951, em disco particular, homenageando o campeão paulista do ano, tinha lançado a marcha Campeão dos Campeões, de Lauro D`Ávila, mais conhecida como Hino do Corinthians, que cantou com vibração especial em virtude de torcer pelo mesmo. 
 
Foi funcionário da Socimpro. Quando sentiu que o tempo já não lhe permitia o mesmo desempenho, retirou-se sem alarde e foi viver no litoral paulista, deixando saudosos e intrigados seus inúmeros admiradores, muitos dos quais até hoje se perguntam por onde ele andará. Faleceu no município de praia Grande, SP, em 20.07.1995, sendo velado com a bandeira do Corinthians recobrindo seu corpo, conforme havia pedido. 
 
Abel Cardoso Junior  
O texto acima não representa a biografia completa do artista, mas sim, partes importantes de sua vida e carreira. 
 
 

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