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O Rei da Voz em Quatro Versões

O Rei da Voz em quatro versões  
Caixa de CDs de Francisco Alves recupera as várias facetas de um grande ídolo  
 
Tárik de Souza  
CRÍTICO DO JB Arquivo – 26/9/1992  
 
Francisco Alves, que morreu tragicamente há 50 anos, é hoje pouco lembrado  
 
Estampada na imprensa, a foto do Buick incendiado após o choque com o caminhão na Via Dutra chocou o país. Em 27 de setembro de 1952, morria aos 54 anos Francisco Alves, o Rei da Voz, deixando o recorde de 983 fonogramas gravados em discos de 78 rotações e uma tonelada de sucessos populares. Seu enterro, como o de Carmen Miranda três anos depois, parou o Rio, então capital da República. Mas, ao contrário da Argentina, que até hoje reverencia o rei do tango tradicional Carlos Gardel, morto bem antes em 1935, Chico Alves, meio século após seu desaparecimento, é praticamente desconhecido pelas novas gerações.  
 
Um ticket para esse túnel do tempo acaba de chegar as lojas: a caixa Francisco Alves 50 anos depois, do selo Revivendo, com quatro CDs temáticos que abarcam em 92 faixas suas faces de sambista, seresteiro, carnavalesco e as grandes versões que registrou em português de êxitos internacionais. Os velhos fãs terão inevitáveis reprises de clássicos já lançados em outras compilações como Serra da boa esperança, Boa noite, amor, É bom parar, A mulher que ficou na taça, Canta Brasil!, Caminhemose Cadeira vazia. Em compensação, há diamantes sem desgaste como Eu bem sei e Nem é bom falar, parcerias (discutidas) do cantor com a dupla Ismael Silva e Nilton Bastos, gravadas com o grupo Bambas do Estácio, reduto responsável pela formatação do samba pós-maxixe.  
 
A coletânea captura a carreira do cantor já em andamento, em 1930, e vai até quase o final, em 1952. Mas ele começou a gravar uma década antes, no selo Disco Popular, da maestrina Chiquinha Gonzaga. E de acordo com o levantamento minucioso do livro As mil canções do rei da voz, de Abel Cardoso Junior (Revivendo, 1998), seus anos de maior atividade foram 1928 e 1929, quando registrou respectivamente 143 e 155 músicas, o equivalente a mais de dez CDs/ano. Menos relevante da caixa, o disco Grandes versões abala o totem de defensor intransigente da MPB deste ás do dó-de-peito. Apesar de as versões somarem pouco mais de 10% (137 faixas) de sua discografia, através delas Chico mergulhou no fox exportado pelo cinema americano. Ele servia para remodelar o tango Jalousie (Ciúme) e até um bolero padrão como Besame mucho. Chico embarcou no As time gos by (Amor é sempre amor) do cult Casablanca e em I hear a dream (Em sonho ouvi...), tema do recreativo As aventuras de Gulliver.  
 
De voz empostada entre o tenor e o tenorino, capaz de cantar todos os gêneros em voga na nascente indústria musical, Chico Alves parecia talhado para as canções plangentes de letras gongóricas, como atesta o CD Seresteiro. Desde Lua nova, parceria dele com o teatrólogo Luiz Iglesias (``quando surgiste, que encantamento/ na minha alcova toda taful``) até a pontual Ave Maria (Erotides de Campos), a sedutora Eu sonhei que tu estavas tão linda (Lamartine Babo/ Francisco Mattoso), e Malandrinha (Freire Junior), revivida em compasso de samba por Martinho da Vila. Mas o empertigado Chico também rasga a fantasia no disco Carnavalesco. A começar pelo bem-humorado diálogo com a voz fanhosa do autor, Lamartine Babo, em Grau dez, do carnaval de 1935. A fuzarca se estende ao duo com Mário Reis, em outra de Lamartine (Marchinha do amor) e na anárquica Nada de novo na frente ocidental (Braguinha/ Alberto Ribeiro), do carnaval de 1939, que antepunha as batalhas de confete ao clima pré-Guerra Mundial.  
 
Desta seleção já salta o Chico sambista, de batucadas como a catimbeira Poleiro de pato é no chão (Rubens Soares, 1941), a sincopada Sandália de prata (composta por Pedro Caetano e Alcyr Pires Vermelho como samba choro) e a absoluta Despedida de Mangueira (Benedito Lacerda/ Aldo Cabral, 1940). A compilação salienta ainda a versatilidade de Herivelto Martins e parceiros em sambas como Que rei sou eu?, Ela, Não me conheço mais, Palhaço e invade a área do CD Sambista com Se é pecado..., Adeus, Culpe-me e o petardo Caminhemos. Chico infla os pulmões do ufanismo na edição completa de Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, de 1939, sob o histórico arranjo de Radamés Gnattali que faz percutir os metais, além das sucessoras Onde o céu azul é mais azul e Canta Brasil, ambas de Alcyr Pires Vermelho, a primeira com Braguinha e Alberto Ribeiro e a segunda com David Nasser. Não por acaso, o CD fecha num dos últimos registros de Chico, a regravação, em maio de 1952, de Pra esquecer, do filosófico Noel Rosa, que sintetiza essa viagem atemporal: ``Tudo passou tão depressa/ fiquei sem nada de meu/ e esquecendo a promessa/ você me esqueceu``.  
 
[16/JUL/2002]  
 


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